Publicado por: horusviana | 19/09/2009

Xixi no banho não economiza água o bastante

Graças à internet, a informação é cada vez mais rápida e atualizada a tempo.

Portanto, homens, mulheres, crianças, os monstros, os seres de outros planetas, todos que fazem xixi no banho,

 

atualizem seus conhecimentos!

ainda dá tempo de salvar o planeta!

Aproveitando o momento,

uma vez um homem foi procurar um psicólogo, pois todos os dias fazia xixi no banho  na cama, e tanto ele como sua mulher não aguentavam mais.

então o homem falou para o psicólgo: ” Tem uma voz que toda noite me diz: Você já vez xixi?” [Tarsinho] por isso ele fazia xixi. O psicólogo sugeriu então que ele respondesse à voz todas as vezes que escutasse. E assim ele foi para casa, dormiu e então a voz perguntou a ele em sonho:

- “Você já fez xixi?”

 - Ele disse “JÁ!”.

-…

- “E COCÔ??”

Publicado por: horusviana | 19/09/2009

quem??

Papo de doido, favor não acompanhar.

 - Victor, você precisa conhecer Maria de Alberízio!!!

- Quem é?

 - Mulher de Alberízio.

- E quem é Alberízio?

- Marido de Maria!!!

 

E olha que eu nem moro em Pato Branco!

Publicado por: horusviana | 14/09/2009

Xixi no banho!

Você faz xixi no banho?

A campanha da ONG SOS Mata Atlântica recomenda que sim. Fazer xixi no banho gera, segundo a ONG, uma economia diária de 12 litros d’água.

A campanha está na TV também, com uma boa dose de humor e chama a atenção das pessoas de casta, educadas a NÃO fazer xixi no banho.

Por algumas razões:

- Levar uma surra, razão mais que suficiente;

- Fede;

- Deixa o chão do banheiro amarelado e evidente.

Fazer xixi no banho não traz doença não? Então porque não pode fazer na piscina?

Eu faço xixi no banho

30 minutos depois de ver a campanha na tv entrei no site xixinobanho.org.br e fiquei tocado a fazer xixi no banho  a partir de então (mentirinha básica). Ficou com nojo? Quem tomar banho, que tome antes de mim. Entrei, respondi as perguntinhas e uma vez que sou engenheiro, compreendi a importância da minha ação individual atrávés deste gráfico:

Grafico xixi no banho

Entendeu? Também não. Mas é um gráfico, engenheiro gosta.

Os depoimentos são o que há. Diz uma tal gotinha Fátima: “Adoro fazer xixi no banho. Minha vida é fazer xixi no banho”.

É verdade que as estatísticas que a ONG divulga sobre o consumo de água por descarga são baseadas em modelos de sanitários mais antigos; os novos modelos já fazem uma economia maior, gastando cerca de 4 litros. E se o xixi no banho ainda parece uma alternativa inviável, eu também gostei da iniciativa da minha universidade de instalar descargas inteligentes, com dois botões, um dentro do outro (botão nº1 e nº2, se é que me entendem), ilustrado com desenhos do cebolinha e do cascão representando como usar 3 ou 5 ‘litlos’.

*ainda não consegui a imagem, e não tirei foto, porque é lá um tanto estranho ir ao banheiro da faculdade e ficar tirando foto. E se de repente a camera faz um barulho?

Publicado por: horusviana | 07/09/2009

És risonho

E límpido, disso a Vanuza tem certeza.

O mais, mais, mais hilário e retumbante é que a danada continua!!!

a) ela estava tentando consertar a merda feita varonil

b) ela não percebeu o assasinato à Pátria salve salve

mucho loco!

Publicado por: horusviana | 05/09/2009

SE…

Queridos amigos-tipo a minissérie” Se és capaz de entender todo significado da EPCAr
Se conservas em sua mente todas as lembranças adquiridas na EPCAr que o ajudaram dignificar a sua maturidade, quando a maior parte dos jovens simplesmente as esqueceu

Se dedicas um agradecimento silencioso aos dias de EPCAr como memória do que hoje te tornastes, quando muitos apresentam ingratidão
Se compreendes que a EPCAr modelou o seu carater e a sua honra

Se ainda sentes uma forte emoção ao pisares no solo da EPCAr
Ou retornas no tempo quando presente nas antigas salas de aula
Ou és movido pelo chamado da corneta em seu último toque para o rancho, quando percebes que já não cabe tanta pressa
Ou dedicas um momento de prece ao falecido companheiro, cujas cinzas residem no solo do Jardim de Alah

Se és capaz de abraçar o veterano desafeto como velho companheiro, quando muitos homens de bem ainda conservam ódio no fundo das suas almas
Se o desfile no Pátio da Bandeira ainda dispara o teu coração, quando as intempéries do cotidiano o tornaram duro e insensível

Se vivencias os momentos na EPCAr sempre como imperdíveis minutos
Se preferes escrever a História da EPCAr, quando muitos optam apenas em observá-la
Se não disfarças teu orgulho de haveres pertencido aos quadros da EPCAr, Non Multa Sed Multum

…então és um EX-ALUNO, meu Filho.”
(ex-aluno Carreiro)

Publicado por: horusviana | 06/08/2009

Uma tarde no museu

museu da loucura 

 

“Antes que você torçao nariz e sinta náuseas diante das faces grotescas e os corpos arruinados pelos hospícios e pela vida, saiba que pelo avesso elas falam de beleza, saúde, alegria,bem-estar e esperança. Compare-se a estas pessoas (sim, são pessoas, membros da nossa espécie – Homo sapiens – gerados em ventres humanos) e descubra que sua ocasional infelicidade é insignificante, que sua ligeira depressão é frescura, que suas rugas são lindas e que o mundo chato em que você vive é o paraíso.

Estes infelizes existem para lembrá-lo que sua felicidade é mais real do que você imagina. Sinta-se igual a eles. Você é apenas o outro lado da moeda.”

Edson Brandão

De todas as minhas doidas experiências, esta não foi a pior nem a melhor, mas acho que foi a que me deixou impressões mais fortes, lembranças mais vivas e um pânico grotesco.

Visitar o Museu da Loucura em Barbacena, só, numa tarde de domingo, é uma loucura. por sorte mesmo não fiquei retido por lá.

Não era raro eu decidir conhecer os três cantos de Barbacena (só o mundo e as cidades de porte razoável têm quatro cantos) a pé, sozinho, e geralmente sem idéia de onde eu ia chegar. Como uma cidade cheia de altos e baixos, das ruas onde eu andava em círculos enrolado para voltar mais uma vez à Escola, via a cidade salpicada de igrejas, telhados e construções históricas, lugares onde eu tinha a curiosidade de saber como chegar, como eram, como voltar.

Meu amigo Filippe havia feito um brilhanete trabalho sobre a loucura, vencedor da Feira de Ciências em 2004. Um trabalho rico de objetos trazidos do museu, lúdico e conscientizador. Assim resolvi tomar o caminho a pé até o museu certo tempo depois.

Havia um casal terminando a visita, a recepcionsta, e eu. Segui pelas mais diversas alas que apresentaram a triste história do tratamento dispensado aos “loucos”, até a década de 70, enquanto a cidade era referência no tratamento de doenças mentais, mas que terminou por exterminar 50 mil brasileiros de todas as regiões por maus tratos e ignorância. Uma fábrica de cadáveres e ossos para um sem número de facudades de medicina.

No museu, de chão de tábuas rangindo, no sol forte entrando pelas janelas de vidro translúcido, com uma parcial escuridão, apresentavam fotografias, comportamentos, grades de ferro, grandes correntes, instrumentos médicos, seringas enormes, aparelhos de tratamento de choque – vários deles, seguindo uma linha de “evolução”.

Aquilo ia me deprimindo.

No fundo uma musiquinha estranha, enquanto eu ia me aproximando de um dos lugares mais aterrorizantes do local:

A sala de cirurgas. Uma montagem aproximada do que seria uma sala para relização de lobotomias, nos casos de loucura grave, agressividade, que através de buracos no crânio, desligava os pacientes do mundo, deixando-os dementes. A salinha de azulejos brancos, com uma maca, bancadas em volta, crânio humano, as ferramentas;dali vinha a musiquinha, um misto de batidas de coração com gemidos.

Com um detalhe: a porta da sala fechava sozinha. Tinha mola. Você tem que abrir, descobrir o que há, entrar enquanto a porta fecha.

Traumatizante. Nesse ponto a visita começeo a ficar mais rápida, os olhos passavam rapidamente sobre as placas, objetos e fotografias do museu, o chão rangendo alto, a musiquinha não acabava, e a recepção estava vazia e a porta fechada.

COMO ASSIM TÁ FECHADA??? TÔ PRESO NO MUSEU DA LOUCURA!!!!! SOCORRO!!!!!!!!

Apenas 5 minutos depois a recepcionista volta com seu cafezinho, e disse que tinha se esquecido de mim. Isso quer dizer que eu podia ter ficado ali … bastante tempo.

Péssima idéia.

 

Vi no Cabruncoo.

A fotógrafa holandesa Ellen van Deelen diz ter ensidado dois roedores, tchuco-tchuco da mamãe, a segurarem miniaturas de objetos, e os fotografa.

Close:

Que raiva, porque aqui em casa tem um rato ultimamente que nem me respeita, quem dirá segurar as coisas para mim. Menos ainda um comando do tipo “fica paradinho aí”.

 Ontem ele andou fazendo uns barulhoes enquanto eu escrevia. Foi quando tive que invocar pela sua inteligência:

“Dá pra você esperar até eu dormir???” -  de repente, eu não sabia mais onde ele estava, tudo ficou mais fácil.

Eu pretendo adestrar o meu também, agora que tá rolando essa sensação de posse. Mas tem que ser rápido, antes que vire uma relação de dependência. É preciso ser frio e profissional.

SEGURA, DONGO!

rato7

Publicado por: horusviana | 06/08/2009

Memória

Preocupação:

cerebro-artificial

Minha mãe anda esquecendo-se de tomar o remédio para a memória.

Ainda bem. Pior se ela esquecer que tomou o remédio para a memória.

Porque, pelo visto, ele é muito eficiente em não cumprir o que promete.

Publicado por: horusviana | 06/08/2009

Seu corpo

corpo-copia

Como para rei não há eleição, querendo ou não todo brasileiro é um súdito. Os mesmos 50 anos que levaram o Rei do Pop e fizeram o mundo relembrar dos sucessos apesar dos últimos acontecimentos na vida do cantor, trouxeram os 50 anos de profissão de RC à Globo antes do Natal, com  umas poucas músicas que não tocavam no tradicional especial. Algo a mais do que as de sempre. 

Então que também aprendi a admirar.

SEU CORPO 

(Roberto Carlos)

No seu corpo é que eu encontro
Depois do amor, o descanso
E essa paz infinita
No seu corpo, minhas mãos

Se deslizam e se firmam
Numa curva mais bonita
No seu corpo o meu momento
É mais perfeito

E eu sinto no seu peito
O meu coração bater
E no meio desse abraço
É que eu me amasso
E me entrego pra você

E continua a viagem
No meio dessa paisagem
Onde tudo me fascina
E me deixo ser levado
Por um caminho encantado

Que a natureza me ensina
E embora eu já conheça bem
Os seus caminhos
Me envolvo e sou tragado

Pelos seus carinhos
E só me encontro se me perco
No seu corpo
E embora eu já conheça bem
Os seus caminhos

Me envolvo e sou tragado
Pelos seus carinhos
E só me encontro se me perco
No seu corpo

Publicado por: horusviana | 06/08/2009

Quem quer ser um milionário (Slumdog Millionaire)

Crítica: diz-se dos comentários, geralmente especializados, a respeito de arte. No meu caso, tanto por não ser especializado como por achar a palavra inadequada, estou escrevendo um elogio.

Não que seja necessário, já que a produção de US$ 15 milhões foi ganhadora de 8 Oscars e foi tremendamente  bem comentado desde o lançamento.

 Além de completamente motivacional, que implora por um final feliz e coloca o espectador dentro do filme com a multidão, prestes a interferir, se pudesse, no resultado, tal é o nível de contágio que provoca.

O humor é bem colocado, mesmo diante da realidade de miséria, segregação e violência denunciadas. Não há como se ver livre da emoção das sinceras crianças, ainda que andando sobre a linha da sobrevivência.

Com uma exceção:

Salim

 

POR QUE ELE É MAU!!!!!!

Sei que a verdade das coisas é quase sempre pior do que o ruim, mas esse garoto é tinhoso. Algo como

Dadinho

DADINHO É O CARPACCIO, MEU NOME É ZÉ PEQUENO

Um mal necessário, para o sucesso final do “Bem contra o mal”, e, paradoxalmente, da consagração do perpetuamete  polêmico “os fins justificam os meios”, dois chavões que raramente combinam. Foi o conhecimento do mal que diversas vezes livrou a cara do protagonista. Bela combinação.

Por outro lado o perseverante e puro Jamal dá lições de dignidade e convicção de si reconfortantes, para quem sabe extrair lições. A melhor delas:

Jamal

Pode ser um mergulho para 20 milhões de rúpias, Are Baba, e

Latika

a recompensa.

 * me lembrou tamém um filme que assisti, motivacional também, Laagan. (não vejam). Cheio de Dahlits dançando, que nojo.

* me lembrou um exelente, vejam, A Corrente do Bem.

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